Como fazer a transição de carreira para virar freelancer

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Largar o emprego fixo e começar a trabalhar por conta própria pode dar um baita frio na barriga. Mas com um pouco de planejamento, essa mudança pode ser muito mais tranquila do que parece.

Se você tá pensando em virar freelancer, se liga nessas dicas pra começar com o pé direito.

1. O que é ser freelancer, de verdade?

Ser freelancer não é só trabalhar de casa ou fazer seu próprio horário. É tocar o seu trabalho como se fosse sua empresa mesmo.

É você que vai atrás dos clientes, combina prazos, valores, entrega os trabalhos e ainda cuida de toda a parte chata: dinheiro, imposto, papelada… Não tem salário fixo, nem décimo terceiro ou férias pagas.

Mas, em troca, você escolhe com quem quer trabalhar, define seus horários e tem bem mais liberdade no dia a dia. Liberdade é massa, mas vem junto com responsabilidade.

2. Escolha bem no que você vai trabalhar

Antes de sair oferecendo serviço por aí, pensa no que você sabe fazer bem, no que curte e no que o mercado tá procurando.

Tem gente que começa com algo que já fazia no emprego, como design, redação, redes sociais ou vídeo. Outros aproveitam pra aprender algo novo e mudar de área.

Dá pra freelar com um monte de coisa: design, programação, edição de vídeo, dar aula online, consultoria, revisão de texto, fotografia… O mercado é grande e sempre tem espaço pra quem manda bem no que faz.

3. Vai com calma, não precisa largar tudo de uma vez

Tem gente que acha que é só pedir demissão e começar a vida de freela, mas se você ainda não tem cliente fixo ou uma grana guardada, pode ser arriscado.

O melhor é começar aos poucos, pegando uns freelas nas horas vagas enquanto ainda trabalha CLT. Assim você testa como é esse estilo, pega experiência e vê se curte mesmo.

Enquanto isso, já vai montando portfólio, conhecendo o mercado e se preparando com mais segurança pra mudar de vez.

4. Tenha um portfólio que mostre o que você sabe

O portfólio é tipo seu cartão de visita. É nele que os clientes vão ver se vale te contratar.

Mesmo sem ter feito trabalhos pagos, você pode montar um portfólio massa com projetos pessoais, coisas que criou por conta, trabalhos fictícios, da faculdade ou até voluntariado.

O importante é mostrar bem o que você sabe fazer. Explica rapidinho o que foi o projeto, o que você fez e o resultado. Não precisa ser cheio de efeitos, só bem feito.

5. Cuida da sua grana

Como freela, o dinheiro não entra todo mês certinho. Tem mês que entra mais, mês que entra menos. Então se organizar é essencial.

Tenta juntar uma grana pra se segurar nos primeiros meses — o ideal é ter guardado o suficiente pra de 3 a 6 meses de contas.

Pensa também nos custos do seu trabalho: internet, softwares, computador, plano de saúde, imposto… Vale usar planilha ou app pra controlar tudo isso. Ajuda muito.

6. Aprenda a cobrar e use contrato, sempre

Na hora de definir seu preço, pensa quanto você quer (ou precisa) ganhar no mês, quantas horas pode trabalhar e quais são seus custos. Isso te dá uma ideia do valor por hora ou por projeto.

E nunca aceite trabalho sem contrato. Mesmo que seja um documento simples, ele evita dor de cabeça.

No contrato, deixa claro o que vai ser feito, quando entrega, quanto custa, como vai ser o pagamento, se pode ter revisão e quem é dono do que foi criado. É chato, mas importante.

7. Mostre seu trampo na internet

Se ninguém souber que você existe, ninguém vai te contratar.

Dá uma atualizada no seu perfil do LinkedIn, posta seus trabalhos no Insta, TikTok ou onde seu público estiver. Entra em grupos de freelas, comunidades, troca ideia com a galera da área.

Outra dica é criar conteúdo. Pode ser um post, vídeo, dica… nada muito elaborado. Só mostrar que você entende do assunto. Isso atrai cliente naturalmente.

8. Saiba a hora de sair do emprego

Não tem regra exata, mas alguns sinais mostram que você tá pronto: já tem uma reserva de grana, tá pegando clientes com frequência e se sente seguro pra encarar a vida de freela.

O ideal é sair do emprego fixo quando você tiver uma boa base pra se manter, sem desespero.

Ir com calma evita estresse e aumenta suas chances de fazer tudo dar certo.

9. Cada vez mais gente virando freelancer no Brasil

Hoje tem muita gente apostando nessa vida de freela. A maioria tem entre 20 e 35 anos, com formação em áreas como comunicação, design, tecnologia, educação e negócios.

Boa parte trabalha de casa e escolheu esse caminho pra ter mais liberdade, mais tempo ou até ganhar mais.

Claro que tem desafio: achar cliente, saber quanto cobrar, manter o foco. Mas quem se organiza e vai aprendendo no caminho, consegue tirar de letra.

O número de freelancers no Brasil só cresce

Seja como renda principal ou extra. Cada vez mais gente busca esse estilo de vida mais livre, com autonomia e flexibilidade. E com o avanço da tecnologia e do trabalho remoto, a tendência é esse número crescer ainda mais.

Pra fechar

Virar freela pode mudar sua vida. Você ganha liberdade, mas também tem que se virar mais. E tudo bem!

Não precisa esperar tudo estar perfeito pra começar. Vai testando, ajustando, aprendendo no caminho. O mais importante é dar o primeiro passo.

Com organização, foco e um pouco de paciência, dá pra viver de freela e construir uma carreira que tem a sua cara.

Acesse os outros posts no blog e confira mais dicas, histórias e conteúdos pra te ajudar nessa jornada como freelancer!

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